Como fazemos as estimativas
Transparência é a nossa regra. Aqui explicamos, sem mistério, de onde vêm os números, como calculamos as faixas e como conferimos se acertamos.
Os dados
Usamos o histórico de preços de cada ativo e, quando existem, os preços das opções negociadas no mercado, que mostram quanto os investidores esperam que o ativo oscile. Os dados vêm de provedores licenciados de informações de mercado.
A faixa
Com esses dados, simulamos milhares de caminhos possíveis para o preço e calculamos a faixa em que ele deve ficar em cerca de 8 de cada 10 vezes no prazo escolhido (de uma semana a um ano). Mostramos sempre a faixa, nunca um preço único.
O teste de 5 anos
Antes de publicar um modelo, refazemos as estimativas dos últimos 5 anos como se estivéssemos no passado, sem olhar o futuro, e conferimos quantas vezes o preço ficou dentro da faixa. Se o modelo erra demais, ele é ajustado ou descartado.
O placar público
Cada estimativa é registrada com data antes do prazo começar e conferida quando ele termina. O resultado vai para o placar, com acertos e erros, sem apagar nada. Medimos se o preço ficou dentro da faixa, se acertamos a direção e se fomos melhores que uma referência simples.
Os limites, com honestidade
- Estimativa não é previsão certa: em cerca de 2 de cada 10 vezes, o preço fica fora da faixa, e isso é esperado.
- Acontecimentos inesperados (crises, notícias muito fortes) podem levar o preço para muito longe da faixa.
- Os modelos funcionam melhor em ativos com muito histórico e muitos negócios; em ativos novos ou pouco negociados, a incerteza é maior e a faixa fica mais larga.
- Nenhuma estimativa é recomendação de compra ou venda. A decisão é sempre sua.
Veja o placar com os seus próprios olhos
No app, cada modelo mostra o seu histórico de acertos e erros.
Estimativas não são garantia de resultado. Conteúdo educativo, não é recomendação de investimento.